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Valdeck Almeida de Jesus
Desde: 05/08/2010      Publicadas: 481      Atualização: 27/08/2013

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 Espaço do Escritor

  26/10/2011
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Velhinho Baltazar é entrevistado por Valdeck Almeida de Jesus

Deomídio Neves de Macêdo Neto, natural de Guanambi-BA, Ator, Administrador; pós-graduado Lato Sensu MBA em Gestão Pública - Desenvolvimento e Economia Regional pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia - FUNDACE. Iniciou no ano de 1994 no Grupo Artístico Bem-Te-Vi Guanambi, da UNEB - Universidade do Estado da Bahia, Campus XII, Diretora Cláudia Dinaali. Apresentando varias Peças Teatrais, como: Corpo estranho; A revolta dos brinquedos de Pedro Veiga e Pernambuco de Oliveira; Medeia (Lenda Grega a.C.); O Rapto das cebolinhas de Maria Clara Machado; Deus lhe pague de Joracy Camargo e Qualquer gato vira Lata tem uma vida sexual mais sadia que a nossa, de Juca de Oliveira. Duas delas foram apresentadas no Teatro Caetano Veloso em Salvador"BA: A revolta dos brinquedos e Medeia. Esta última foi exibida, também, em Juazeiro-BA. Ele interpreta os monólogos "O velhinho Baltazar " 90 anos" e "Juca o mendigo", participou de "Leocádia o filme", interpretando o Coronel Joaquim Dias Guimarães, enredo acontecido no século passado na cidade de Guanambi-BA. Em 2009 publicou o livro romance "Homem Nu, Vestido de Afeto". Em 2010 publicou "Natureza, divino amor" (poesias). Apresenta o programa "Canta rouxinol, canta", na Web Rádio Sol (Diadema-SP), todos os sábados a partir das 17:30 hs. É membro da Academia de Cultura da Bahia, Presidente Seccional e Vice Presidente Nacional da Confraria dos Poetas pela Paz - CAPPAZ e é membro Poetas del Mundo. Participou das antologias: Poetas del Mundo, XXIV Psiu Poético, CAPPAZ volume II e "Brasil e Portugal - elos poéticos".

Velhinho Baltazar é entrevistado por Valdeck Almeida de JesusVALDECK: Quando e onde nasceu?

Deomído Macêdo:
Nasci na cidade de Guanambi, interior da Bahia, aproximadamente 796 km de Salvador-BA.


VALDECK: Já conhece o restante do Brasil? E outros países?

Deomído Macêdo: Conheço algumas cidades e capitais brasileiras. Um dos meus objetivos é conhecer outros países.

VALDECK: Como você começou a escrever? Por que? Quando foi?

Deomído Macêdo:
Quando era jovem passei por um processo obsessivo, então comecei a escrever em prosa sobre temas de sofrimentos e angústias, deveria ter a idade de 18 anos. Escrevia e guardava.
Depois que superei aquelas obsessões resolvi colocar no papel a minha experiência de vida, porque acreditava que seria interessante para os jovens, as pessoas, para os leitores (as).
Guardei aquelas informações por mais ou menos 10 anos.
Em 1994 adentrei ao grupo de teatro BEM-TE-VI GUANAMBI da Universidade do Estado da Bahia " UNEB " Campus XII em Guanambi " BA, cuja diretora na época era Cláudia Dinaali.
Nós apresentávamos peças teatrais, performances e declamações de poemas.
No ano de 2007 tive a oportunidade de conhecer o vigésimo PSIU POÉTICO, criado e articulado pelo poeta Aroldo Pereira. É um encontro de poetas e poetisas que acontece todos os anos na cidade de Montes Claros"MG.
No ano de 2008 consegui entrar na programação do XXI PSIU POÉTICO, quando apresentei o monólogo "O Velhinho Baltazar " 90 anos de idade", declamando poemas de outros autores.
A aceitação do personagem foi fantástica.
Durante a programação me reuni com os poetas e poetisas e ali eles me incentivaram a escrever e declamar os meus próprios poemas.
Foi a chama que faltava para que eu pudesse ter a coragem de publicar os meus escritos.
Surge o primeiro poema na 2ª fase da vida de Deomídio Macêdo: "O Nordestino e o "Padim Pade Cícero", poema que fala do nordestino, do homem e da mulher do campo, da seca que assola o nordeste brasileiro.
Naquele despertar retirei da gaveta 100 páginas que falavam da minha experiência de vida.
Em 2009 publiquei em Belo Horizonte-MG o romance "Homem nu, vestido de afeto".
Em 2010, o livro de poemas "Natureza, divino amor".
Hoje estou concluindo o segundo romance que deverei publicar em 2012. Aguardem!

VALDECK: Você escreve ficção ou sobre a realidade? Suas obras são mais poesias ou prosa? O que mais você gosta de escrever? Quais os temas?

Deomído Macêdo:
O 1º livro, romance, "Homem nu, vestido de afeto", é uma realidade que aconteceu comigo, levando para os leitores temas importantes como: a obsessão, alcoolismo, tabaco, suicídio, aborto...
O 2º livro, também romance, no qual ainda estou discorrendo, é um livro espiritualista, inspirado, que traz informações importantes sobre a vida espiritual. Mostrando que continuamos vivos após a morte do corpo físico, com nossa individualidade, nossa consciência, nosso amor ou nosso ódio, de acordo com o que fomos quando estávamos encarnados.
Lembrando que todos nós chegaremos à perfeição que é o destino de todos nós, estabelecido por Deus, nosso papai do céu.
"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre " tal é a lei", Allan Kardec.
O meu estilo de escrever é a prosa, sem me preocupar com o metro e a rima, procurando de certa forma descrever o ambiente e a objetividade do tema proposto.

VALDECK: Qual o compromisso que você tem com o leitor, ou você não pensa em quem vai ler seus textos quando está escrevendo?

Deomído Macêdo:
O meu compromisso quando estou escrevendo é justamente com o leitor, com essa pessoa que não conheço, que mora em outra cidade ou do outro lado do planeta e que teve a oportunidade de conhecer a minha obra literária.
O objetivo é despertar no leitor o interesse logo nas primeiras páginas, para que ele possa retirar daquela fonte benéfica toda a riqueza ali contida.

VALDECK: O que o leva a escrever?
Deomído Macêdo:
É a vontade de transmitir para os leitores informações que possam colaborar de certa maneira para o engrandecimento dessas pessoas.
Terei cumprido minha missão como escritor se o meu livro, o meu poema conseguir retirar, por exemplo, de alguém a ideia do suicídio, do aborto... ou que incentive ao leitor (a) estudar, pesquisar e questionar um pouco mais sobre a vida espiritual, independente de qualquer religião.
Terei cumprido minha missão de escritor se daqui a cem, duzentos anos... os meus poemas, contos, romances possam colaborar com a evolução daqueles que debruçarem sobre a minha obra literária.
VALDECK: O que mais gosta de escrever?

Deomído Macêdo:
Gosto de escrever sobre temas que envolvem a sociedade no dia a dia, sobre a natureza, alertando sobre os vícios de uma forma geral.

VALDECK: Como nascem seus textos? De onde vem a inspiração? E você escreve em qualquer hora, em qualquer lugar ou tem um ritual, um ambiente?

Deomído Macêdo:
Quando escrevo poemas surge em primeiro lugar o tema e a partir deste tema desenvolvo o texto. Posso dizer que os textos surgem através de inspiração.
Geralmente a inspiração surge pela manhã quando acordo, imediatamente coloco no papel a ideia central e vou desenvolvendo aos poucos, corrigindo até chegar ao ponto que acredito estar perfeito.
No caso do romance escrevo diretamente no computador. Hoje estou estabelecendo um horário diário das 09:00 horas às 10:30 horas. E o enredo vai surgindo com os personagens com naturalidade. Funciona como se eu estivesse lendo um livro em minha mente.

VALDECK: Qual sua obra predileta? Você lembra um trecho?

Deomído Macêdo:
A cada instante, a cada minuto pessoas estão se suicidando, isto acontece porque elas acreditam que o sofrimento acaba com a morte do corpo físico. E aí está o engano, porque nós não morremos. E o sofrimento aumenta ainda mais no plano espiritual.
A estatística de suicídio aumenta drasticamente em todo o mundo, por isto a minha preocupação com este tema. Considero a minha obra predileta o poema: "Suicídio, nem pensar", que nos alerta sobre este crime nefando.
Trecho do poema: "Suicídio, porta falsa e enganosa, que abre constantemente sugando seres invigilantes, descrentes que pensam desaparecer ao destruir o corpo físico veículo que nos conduz na regência do Senhor".
E finaliza acrescentando: Suicídio, nem pensar!

VALDECK: Seus textos são escritos com facilidade ou você demora muito produzindo, reescrevendo?

Deomído Macêdo:
Geralmente produzo lentamente, reescrevo, analiso, até a receita ficar no ponto.

VALDECK: Qual foi a obra que demorou mais tempo a escrever? Por quê?

Deomído Macêdo:
Foi o romance "Homem nu, vestido de afeto". Por ser a primeira sementinha lançada no terreno literário.

VALDECK: Concluiu a faculdade? Pretende seguir carreira na literatura?

Deomído Macêdo:
Sim, concluí o 3º grau: Administração e pós-graduado Lato Sensu MBA em Gestão Pública - Desenvolvimento e Economia Regional, pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia " FUNDACE.
Pretendo continuar escrevendo, divulgando os meus textos, seja através dos livros ou da net.

VALDECK: O que você acha imprescindível para um autor escrever bem?

Deomído Macêdo:
Em primeiro lugar o autor deve ler muito, ter boa vontade, e a coragem de mostrar os seus pensamentos, as suas intuições. Devemos observar o nosso estilo e trabalhar com naturalidade sem nos preocupar com as críticas. Devemos aproveitar o máximo das críticas porque elas são importantes para o nosso crescimento nesta caminhada literária.

VALDECK: Você usa o nome verdadeiro nos textos, não gostaria de usar um pseudônimo?

Deomído Macêdo:
Utilizo meu nome real. Assumindo a responsabilidade daquilo que produzo.
No romance que pretendo publicar em 2012 estou tendo a ajuda de um espirito amigo. Neste caso vamos dividir a responsabilidade, colocando na capa o meu nome e o nome da entidade espiritual.

VALDECK: Como foi a tua infância?

Deomído Macêdo:
A minha infância posso dizer que foi boa. Tenho uma família fantástica que me deu uma educação extraordinária. O que sou hoje agradeço aos meus pais Gutemberg Neves de Macêdo e Lindaura Farias da Rocha Macêdo.
Sofri um pouco quando surgiu a obsessão na adolescência, como expliquei anteriormente. Mas o sofrimento foi muito bom para o meu crescimento como ser humano.

VALDECK: Você é jovem, gasta mais tempo com diversão ou reserva um tempo para o trabalho artístico?

Deomído Macêdo:
Sou um jovem com 50 anos de idade. Apesar da pouca idade estou aposentado. Hoje dedico um bom tempo à família e ao trabalho artístico como: teatro, música, declamações de poemas...

VALDECK: Tem um texto que te deu muito prazer ao ver publicado? Quando foi e onde?

Deomído Macêdo:
Vou ser um pouco repetitivo, mas vou confirmar é o poema: "Suicídio, nem pensar". Poema que tive o prazer de publicar agora em 2011, no livro Brasil e Portugal elos poéticos, na página 22, de Valdeck Almeida de Jesus.
SUICÍDIO? NEM PENSAR!
Porta falsa e enganosa,
que abre constantemente,
sugando seres invigilantes, descrentes,
que pensam desaparecer
ao destruir o corpo físico,
veículo que nos conduz
na regência do Senhor.
Suicídio? Ledo engano, pois continuamos vivos na outra dimensão,
com nossa individualidade, nosso "eu" interior,
angustiado, sofrendo por ter praticado esse ato tão nefando.
Ei! Psiu!
Acalme-se um pouquinho.
Aguarde o tempo que lhe foi determinado.
Alguém olha por você e não lhe deixa sucumbir.
Seu anjo guardião, seu amigo protetor,
o conduzirá pelos labirintos, enfrentando tempestades,
abraçando-o e beijando-o,
conduzindo na viagem, porque você é importante.
Ei! Psiu!
Acalme-se um pouquinho.
Aguarde o tempo que lhe foi determinado.
Ore, o Mestre sorri pra você,
abrindo Seus braços,
aconchegando-o com carinho,
pedindo pra você esperar só um pouquinho.
A luz no fim do túnel o ilumina,
brilha, trabalha na sua vinha,
buscando os infelizes, deprimidos, melancólicos.
E você perceberá que sua dor é pequenina.
E que seu corpo é uma dádiva, presente ofertado
pelo grande Criador que lhe ama de verdade.
Ei! Psiu! Suicídio? Nem pensar!

VALDECK: Você tem outra atividade, além de escritor?

Deomído Macêdo:
Sim, sou ator e viajo por várias cidades brasileiras apresentando meus monólogos. Além de ser aposentado.

VALDECK: Você se preocupa em passar alguma mensagem através dos textos que cria? Qual?

Deomído Macêdo:
Sim, procuro transmitir mensagens de amor, paz, solidariedade, bem como, mensagem em defesa da natureza, que é um patrimônio maravilhoso que Deus depositou em nossas mãos.

VALDECK: Qual sua Religião?

Deomído Macêdo:
Sou Espírita de berço. Tive a felicidade de conhecer este manancial de amor e sabedoria que é a Doutrina dos Espíritos, codificada por Hippolyte Leon Denizard Rivail (Allan Kardec) e coordenada por Jesus, governador do Planeta Terra.
A Doutrina Espírita é filosofia, ciência e religião formando o tripé que alavanca o ser humano para a evolução do espírito que é imortal. Claro, respeitando sempre todas as religiões.
VALDECK: Quais seus planos como escritor?

Deomído Macêdo:
Em minha opinião o escritor, os poetas, a arte de uma forma geral tem a grande missão de transformar este mundo, que é ainda de provas e expiações, para um mundo de regeneração, um mundo de Paz!
Depende de cada um de nós.
Por isto devemos nos preocupar e questionar o que estamos escrevendo. Qual a mensagem que deixaremos para a posteridade.
Vamos lançar no terreno dos corações humanos boas sementes para que elas possam germinar e dar bons frutos.
Aí sim, teremos cumprido nossa missão como escritor, como poeta.


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